Geraldo C. Barbosa
Tolerância tem limite como princípio fundamental e básico das coisas, atos e determinação que dizem respeito ao ser humano. Gostar de CAMPINENSE CLUBE é algo fora da normalidade, força imensurável da qual a própria razão desconhece o seu acontecer. Meus irmãos “rubros negros" não dirão ao contrário.
Escrevo na condição de amante do Clube que vi nascer, acompanhando seus altos e baixos, sem que, em nenhum momento, tenha sentido seu nome comprometido, enxovalhado na sua dignidade e reticente quanto a sua sobrevivência. Agora a situação é diferente...
É redundância enumerar os desmandos presentes na sua avassaladora caminhada, cujo resultado se não contidos imediatamente levará o Clube ao fechamento. Qual a razão dos que estão à frente do Campinense na atualidade, ainda não terem jogado a toalha como reconhecimento da incapacidade de tirar o Clube do buraco negro em que se encontra?
O Campinense se tornou grande demais para desaparecer. Pensem os atuais dirigentes o que representa este Clube para os que fazem dele um misto de religião. Todo comprometimento tem limite, daí a necessidade da convocação de diretoria e conselheiros para acordarem em entregar o destino do Clube a quem possa evitar que o mesmo venha fenecer, medida sensata e tempestiva antes que o pior venha acontecer ante a revolta da apaixonada torcida preta e vermelha.
Os "genios", "cândidos" e "andrades", são enganações que não servem para nós, inclusive os "próprios" sabem disso e continuam insistindo sem se darem conta do perigo que estão a incorrer. É o meu desabafo.
Geraldo C. Barbosa é torcedor do Campinese Clube e Internauta Agora Esportes